terça-feira, 10 de novembro de 2009
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
"O contrário de bonito é feio, de rico é pobre, de preto é branco, isso se aprende antes de entrar na escola. Se você fizer uma enquete entre as crianças, ouvirá também que o contrário do amor é o ódio. Elas estão erradas. Faça uma enquete entre adultos e descubra a resposta certa: o contrário do amor não é o ódio, é a indiferença.
O que seria preferível, que a pessoa que você ama passasse a lhe odiar, ou que lhe fosse totalmente indiferente? Que perdesse o sono imaginando maneiras de fazer você se dar mal ou que dormisse feito um anjo a noite inteira, esquecido por completo da sua existência? O ódio é também uma maneira de se estar com alguém. Já a indiferença não aceita declarações ou reclamações: seu nome não consta mais do cadastro.
Para odiar alguém, precisamos reconhecer que esse alguém existe e que nos provoca sensações, por piores que sejam. Para odiar alguém, precisamos de um coração, ainda que frio, e raciocínio, ainda que doente. Para odiar alguém gastamos energia, neurônios e tempo. Odiar nos dá fios brancos no cabelo, rugas pela face e angústia no peito. Para odiar, necessitamos do objeto do ódio, necessitamos dele nem que seja para dedicar-lhe nosso rancor, nossa ira, nossa pouca sabedoria para entendê-lo e pouco humor para aturá-lo. O ódio, se tivesse uma cor, seria vermelho, tal qual a cor do amor.
Já para sermos indiferentes a alguém, precisamos do quê? De coisa alguma. A pessoa em questão pode saltar de bung-jump, assistir aula de fraque, ganhar um Oscar ou uma prisão perpétua, estamos nem aí. Não julgamos seus atos, não observamos seus modos, não testemunhamos sua existência. Ela não nos exige olhos, boca, coração, cérebro: nosso corpo ignora sua presença, e muito menos se dá conta de sua ausência. Não temos o número do telefone das pessoas para quem não ligamos. A indiferença, se tivesse uma cor, seria cor da água, cor do ar, cor de nada."
Martha Medeiros.
O que seria preferível, que a pessoa que você ama passasse a lhe odiar, ou que lhe fosse totalmente indiferente? Que perdesse o sono imaginando maneiras de fazer você se dar mal ou que dormisse feito um anjo a noite inteira, esquecido por completo da sua existência? O ódio é também uma maneira de se estar com alguém. Já a indiferença não aceita declarações ou reclamações: seu nome não consta mais do cadastro.
Para odiar alguém, precisamos reconhecer que esse alguém existe e que nos provoca sensações, por piores que sejam. Para odiar alguém, precisamos de um coração, ainda que frio, e raciocínio, ainda que doente. Para odiar alguém gastamos energia, neurônios e tempo. Odiar nos dá fios brancos no cabelo, rugas pela face e angústia no peito. Para odiar, necessitamos do objeto do ódio, necessitamos dele nem que seja para dedicar-lhe nosso rancor, nossa ira, nossa pouca sabedoria para entendê-lo e pouco humor para aturá-lo. O ódio, se tivesse uma cor, seria vermelho, tal qual a cor do amor.
Já para sermos indiferentes a alguém, precisamos do quê? De coisa alguma. A pessoa em questão pode saltar de bung-jump, assistir aula de fraque, ganhar um Oscar ou uma prisão perpétua, estamos nem aí. Não julgamos seus atos, não observamos seus modos, não testemunhamos sua existência. Ela não nos exige olhos, boca, coração, cérebro: nosso corpo ignora sua presença, e muito menos se dá conta de sua ausência. Não temos o número do telefone das pessoas para quem não ligamos. A indiferença, se tivesse uma cor, seria cor da água, cor do ar, cor de nada."
Martha Medeiros.
Indiferença. Ah! A indiferença! Tem poucas coisas piores do que a indiferença daqueles que amamos mais. E talvez esse seja o maior desafio do amor e a dor mais aguda que o coração possa sentir: Continuar amando quando tudo que se recebe de volta é o silêncio indiferente.
Porque se há algo que o amor não pode garantir é reciprocidade.
É aquele velho ditado: uma parte sempre vai amar mais do que a outra.
A falta de amor é coberta por outro amor. A indiferença fere, mata, corrói.
Como entender, conhecer, viver com alguém uma longa estrada, ou uma história intensa, estar sempre juntos, na alegria e na doença, e de uma hora para outra sermos tratados com indiferença?
O amor nós conquistamos, nós o encontramos novamente.
Mas o que nos deixa doente, é indiferença que tratam a gente, de uma mentalidade inconseqüente de mudanças repentinas.
É de um total absurdo o tratamento indiferente.
O amor acabou ? Tudo bem outros virão para dar harmonia a nosso coração.
Mas a indiferença repentina e o desprezo como se nós não tivermos nunca feito parte de uma história, não ha outro amor que apague. Não ha remédio que cure.
Ainda que se tenha falta de amor, o pior é carregar no peito a indiferença.
Porque se há algo que o amor não pode garantir é reciprocidade.
É aquele velho ditado: uma parte sempre vai amar mais do que a outra.
A falta de amor é coberta por outro amor. A indiferença fere, mata, corrói.
Como entender, conhecer, viver com alguém uma longa estrada, ou uma história intensa, estar sempre juntos, na alegria e na doença, e de uma hora para outra sermos tratados com indiferença?
O amor nós conquistamos, nós o encontramos novamente.
Mas o que nos deixa doente, é indiferença que tratam a gente, de uma mentalidade inconseqüente de mudanças repentinas.
É de um total absurdo o tratamento indiferente.
O amor acabou ? Tudo bem outros virão para dar harmonia a nosso coração.
Mas a indiferença repentina e o desprezo como se nós não tivermos nunca feito parte de uma história, não ha outro amor que apague. Não ha remédio que cure.
Ainda que se tenha falta de amor, o pior é carregar no peito a indiferença.
isso não da, meu bem, não da.
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
Gosto de tudo o que me deslumbra. E você também, é assim que o mundo funciona. O deslumbrante é relativo e por isso não somos iguais, e no meio de tanta relatividade e deslumbre, me restam uma única certeza: não tenho certeza de quase nada. E, bem você vai morrer. Não, não. Não foi algum tipo de ameaça, foi apenas um fato. É única certeza que eu tenho. Eu e você vamos morrer. Mas não quero falar de enterros eu vim falar de... Certezas. Tem certeza? Certeza mesmo que você ama e faria tudo por aquele que dia desses nem te olhou na cara? Ou, tem certeza que seus sonhos vão se tornar reais? Tem certeza que o Brasil é o país do futuro? Tem certeza que o amor é o mais importante? Que o mundo tem um Criador? Você tem certeza? E essa é a moral da história. Isso é de que vivemos: incertezas. Como diz a propaganda, o que move o mundo não são as respostas, são as perguntas. Se tudo fosse certo, e você agora tivesse certeza do que te aconteceria nos próximos 10 segundos, não precisariamos ser seres inquietos e com gosto pelo que deslumbra, por que tudo seria previsível, assim também, como não haveria necessidade de mover montanhas ou por assim dizer.. Ter fé ! Fé no incerto, fé no amor, fé nos seus sonhos, fé que o Brasil melhora, fé no Criador.
sábado, 24 de outubro de 2009
"Por que você foi pra tão longe?
Não precisava tanto, bastava só não telefonar...
O que aconteceu?
O ar não foi suficiente?
Você não viu, você sumiu, mudou de lugar.
Estou feliz mesmo sozinho, esse silêncio é paz.
Nesse momento cai uma forte chuva.
Quem vai ficar chorando?
Sabe do que eu sinto saudades?
Do seu sorriso de manhã e do quarto tão desarrumado.
Saiba que eu gosto muito de você
Espero que esteja feliz...
... "
Não precisava tanto, bastava só não telefonar...
O que aconteceu?
O ar não foi suficiente?
Você não viu, você sumiu, mudou de lugar.
Estou feliz mesmo sozinho, esse silêncio é paz.
Nesse momento cai uma forte chuva.
Quem vai ficar chorando?
Sabe do que eu sinto saudades?
Do seu sorriso de manhã e do quarto tão desarrumado.
Saiba que eu gosto muito de você
Espero que esteja feliz...
... "
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