sábado, 28 de maio de 2011

Ele me olhou nos olhos e me ganhou para sempre. Sorri de um jeito que faz minha respiração cessar por segundos, apenas para admirá-lo melhor. Me abraça, e salva do mal que existe fora dessas paredes. Ele cala minha mente pessimista, me mostrando que posso ser feliz ao seu lado. E depois parte, para me mostrar como é intensa a saudade. Ele me faz descobrir novas sensações todos os dias, e vai embora com a promessa de que ainda há muito para acontecer. Ele me fez enxergar como o mundo era bobo antes da gente se encontrar.


Mania de jogar o cabelo pro lado. Mania de sorrir quando sente alguém olhando demais. Mania de coçar os olhos como se tivesse sempre com sono. Mania de estudar escutando música e revirar os olhos sempre que escuta, ouve ou vê alguma bobagem. Mania de sorrisos, de olhares, de vozes e cheiros. Mania de achar que nem tudo é aquilo que se vê. De imaginar situações com quem amo e se arrepiar, sorrir, se desesperar por isso. Mania de fechar os olhos antes de dormir e te desejar boa noite em pensamento, dorme bem, sonha comigo, te quero muito e bem

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Acho que você não sabe, mas você é uma parte de mim - uma grande parte de mim - não gosto que você se machuque, que sofra em silêncio, porque a sua dor não é só sua ela é minha também, acima de tudo eu sou sua amiga, e uma das coisas que eu não quero que aconteça é que você sofra. Você tem sido praticamente tudo na minha vida, eu não me importo em ficar pensando em você todo dia, toda hora, não ligo de ficar com saudades após uns segundos longe de ti, não ligo de só poder te ver a noite, não ligo que você tenha medo, seja confuso ou inseguro. Realmente eu não ligo, eu só quero você. Porque você é o meu mantra, aquele que me acalma com um sorriso, e tudo o que eu não quero é te ver sofrer sozinho, porque estamos juntos nessa, entendeu? Eu estou com você, e eu pretendo sempre estar com você.
Eu te chamei aqui porque queria te falar sobre grandeza. Mesmo mal te conhecendo, sofria de uma urgência de falar sobre o quanto eu aprendi nesses anos, o tanto que eu carreguei de bagagem, como alguém que volta de uma viagem cansada, mas ainda tem força pra mostrar as fotos. Eu te chamei, disfarçando essa inocência com algum conhecimento adquirido ao longo do tempo. E ostentando um resquício de orgulho, exibi meus valores, princípios e tudo aquilo que me fazia pensar ser uma mulher muito vivida. E você respondeu com silêncio. Um silêncio de alguém que escuta, atento, a uma informação que na verdade poderia continuar não dita, mas sabe-se lá o por quê, naquele dia era algo que te importava. Dedicado em interpretar cada palavra, gesto e tom de voz,você me deixou falar. Quando ninguém mais no mundo me ouvia.Eu te puxei pra cá porque queria falar de tristeza. Como uma criança que acabou de cair da bicicleta, eu vim correndo te mostrar o machucado. Exposto, ardendo, fazendo companhia a uma porção de cicatrizes. E, mesmo sabendo que ele, assim como todos os outros, iria fechar com o tempo, eu quis que você olhasse. Eu contei minha novela triste, aumentei o teor do drama. Me fiz vítima, entregue, cansada. E você, outra vez, respondeu com silêncio. Esse silêncio confortável, um que existe enquanto a minha cabeça encosta no seu ombro. Um silêncio que cuida, faz o tempo passar, diz mais do que qualquer conversa de regeneração. Preocupado em fazer o resto do caminho valer à pena, você colocou um abraço ao meu redor, e eu voltei a pedalar em segurança.Quando já achava que nem tinha porquê seguir. Eu te fiz ficar porque queria falar sobre alegria. Queria te contar do quanto ainda me admirava descobrir algo tão doce, quando todos os doces já me pareciam amargos. Eu quis te falar do sol que eu vejo mesmo quando fica nublado, do tanto que o meu peito se aquece mesmo nesses dias de inverno.Quis avisar do quanto o tempo me surpreende, de como o contraste da vida aumentou, do quanto cinco dedos entrelaçados aos meus fizeram,tudo ser possível. Você me abraçou e me fez dançar no quarto. Riu dos meus defeitos e descobriu a melhor maneira de abraçar alguém enquanto dorme. Extrapolou a minha probabilidade de sorrisos e preencheu o predicado de tudo em que hoje eu sou sujeito. Inspirou, acolheu, fez melhor e falou o que sempre precisei ouvir. Uma resposta sincera, completa, inédita. E aí fui eu que calei. Porque quando não sou eu que falo, quando o meu coração palpita e eu calo, é você que fala em mim.E quando a gente fala junto, quem se cala é o próprio mundo, pra ouvir falar de um carinho sem fim.





























E que seja sempre assim... até o ultimo dia, acredite... estarei contigo. E mesmo estando longe, irei torcer pela sua conquista. E você sempre terá um lugar no meu coração, nunca conheci uma pessoa tão maravilhosa como você, só tenho a agradecer, e viver intensamente esse momento, o nosso momento, que pra mim, em minha mente, será eternizado. ♥
Que coisa louca, eu já sabia... enquanto eu me arrumava algo me dizia: você vai encontrar alguém que vai mudar a sua vida inteira da noite pro dia. ♫
"Não precisa correr tanto. O que tiver de ser seu ás suas mãos lhe há de ir."

Dom Casmurro - Machado de Assis

quarta-feira, 25 de maio de 2011

"O amor não é uma desculpa. Você não pode justificar o ciúme com o amor. Sinto ciúme de você porque te amo demais. Eu já disse isso, mas hoje vejo diferente. Se eu amo demais, o problema é meu. Dizer que ama e quantificar o amor só serve para quem sente. Se eu tenho o maior amor do mundo, o mais puro e o que mais me faz feliz o problema é exclusivamente meu. Sabe por quê? Não importa o amor que eu sinto, não para o outro. Para o outro importa como eu demonstro, me comporto e vivo esse amor. O que adianta eu dizer que o meu amor é o mais puro de todos se eu não mostro isso? O amor não é uma palavra bonita. O maior problema do mundo, hoje, é esse. As pessoas acham que falar basta. Não, falar não basta. O amor não tem que ser dito, ele precisa ser sentido, senão ele não sobrevive."
Tô começando a notar que cada mês meu tem um tom de cor diferente...

As palavras podem até vir a soar banais, mesmo que sinceras, mas é isso: Eu te amo.

terça-feira, 24 de maio de 2011

Acho que tudo esta certo quando diz que só se consegue escrever em maus períodos. Que escrever funcionava como catarse. Quando a gente tá muito feliz, o tempo e todas as funções mecânicas se ocupam só com essa felicidade; em vivenciá-la, não relatá-la. Bons escritores são sempre infelizes.

Há uns meses minhas folhas estão em branco. Eu desaprendi a escrever.





love, lo-lo-lo-love..