Merry Xmas.
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
domingo, 18 de dezembro de 2011
Poderia chamar de mania toda essa constante
vontade de estar do seu lado, poderia chamar de vicio ou nominar como eterna
maneira de ser. Ainda me pergunto, como pude viver tanto tempo sem você? Hoje,
eu percebo que nada se torna completo se você não está ao meu lado, e nada se
faz bonito sem a sua beleza. Eu não sei, não sei diretamente como te explicar,
o quão colossal tal sentimento que nasceu em mim se tornou. Você torna tudo em
minha volta bonito, e consegue de forma linda colorir cada parte preto e branca
do meu mundo. Mundo que entreguei em suas mãos quando pude, e criei pra nós um
universo paralelo, da onde nada além do nosso amor faz sentido. Tudo em mim faz
parte de você, e nada sem você me completa.
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
Gabito Nunes - Ledo Engano
Não fala nada, só me escuta. Bem, não sei direito por onde iniciar, não preparei nada, até porque não tinha ideia de qual seria minha reação ao tocar os pés em Porto Alegre outra vez. Eu voltei hoje. Quer dizer, agora. Ainda estou aqui, no aeroporto, pra dizer a verdade. Tem gente me esperando, tenho tantos amigos pra rever, coisas pra contar, toda uma viagem de sete anos pra descrever. Mas eu só consegui pensar em você, garota. Chegar e poder abraçar meus pais, meus irmãos, me faz bem. Mas, com você, sei lá, te ver de novo, te abraçar, sentir o perfume nos seus cabelos, sete anos depois, imaginar isso explode um sorriso no meu rosto, eu fico delirantemente feliz.
Eu sei, fui egoísta. Larguei tudo pra trás, quem eu penso que sou pra sonhar que tudo é como foi? Ninguém. Sei enxergar isso. A gente tem fome de vida, de tudo, luta contra a morte o tempo inteiro e esquece que provavelmente o amor é maior que as duas coisas juntas. Mas isso você se dá conta quando pisa os tênis sujos de mundo no seu velho lugar, e a pessoa que você em momento algum se esqueceu de lembrar não está lá pra te receber. Eu quis manter todas as minhas opções abertas e agora estou pedindo perdão pela minha incapacidade de me prender, de ficar. Não é irônico?
Você terá todo o tempo do universo pra me odiar. Por isso eu peço, espera, me deixa terminar. Preciso falar, tenho pressa e preciso ser rápido, se quiser alcançar o calcanhar do passado. Olha, eu gosto de você. Eu realmente achei que poderia beijar sua testa, sentir duas semanas de dor misturada com a empolgação de sofrer na Inglaterra, e depois sentir que tudo bem, se eu nunca mais pudesse vê-la. Eu me iludi achando que mesmo muito longe, talvez compartilhando fotografias e mensagens eletrônicas breves, nós daríamos um jeito de estar juntos, próximos, ligados. Ledo engano. Eu pedi pra você esperar, você me olhou com aquela inesquecível feição de - eu espero, se você esperar aqui comigo.
Sim, estamos falando de sete anos. Sete! Que direito eu tenho? Talvez você esteja casada e com filhos, embora não soe muito como a sua cara. Mas fica quieta, não diz nada, deixa eu continuar assim que reaver meu fôlego. Bem, eu estou sozinho. Eu andei sozinho. Eu queria me encontrar, achei que lendo Nick Hornby em Holloway ou pegando algum trem noturno escutando Ian Curtis, tudo isso aconteceria naturalmente. A má notícia é que Londres tem dias escuros e noites mais negras ainda, coisa que salienta o brilho das estrelas. E isso me fazia desejar o que não estava perto. São sete anos sem olhar para o céu. Só me achei quando pousei e vi uma criança pulando no abraço de alguém que ama muito e não via há várias estações. Eu quis aquilo pra mim.
A gente dá as costas para as emoções fortes em nome do êxtase, porque consideramos que o êxtase é o melhor. Não sabemos sentir o que é realmente importante e bom. Essa vontade estúpida de sair por aí querendo não perder nada acabou me fazendo perder tudo. Perder você, perder manhãs que eu podia ter acordado do teu lado, perder a ideia de passear contigo num parque, só soltando sua mão pra achar um trocado que pague uma coca-cola gelada. Sete anos é tarde demais pra chorar de saudade? Como assim, quem fala? Qual o número aí? Desculpa, foi engano meu. Esquece tudo que eu falei, senhora.
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
terça-feira, 1 de novembro de 2011
Não sei ao certo qual foi o momento ou o motivo. Sei que você me aconteceu de maneira simples, mas se intensificou em mim e quando me dei conta, já estava assim, navegando e flutuando em seus olhos e nesse sorriso que aparece em você, quando olha pra mim.
Há algo em você que me encanta, não apenas o que observo e me faz suspirar, mas percebo que há "algo mais", que instiga, me prendendo a você. E sempre que te olho, penso: "Que sorte a minha ter ele!" - E volto a me questionar por onde anda esse "algo mais" que consigo notar, quando olho nos seus olhos e sentir quando está perto de mim.
Acho que esse "algo mais" é o meu amor, o qual faz meu coração dar pulos aqui dentro e meu subconsciente praticamente gritar nos meus ouvidos quando te vejo: "É ele! É ele!" - Sim, é você! E vem sendo só você há nove meses, os quais eu tenho adorado ter uma história de amor pra contar. Os quais sabemos que gerarão muitos outros meses, anos e enfim... Completamos esses dias também um ciclo das estações. Que possam vir muitas outras estações por aí. E virão, nós sabemos disso!
O que eu preciso não esta em Paris, Nova Iorque ou Londres.
Não esta nas vitrines das lojas, nem no comercial da televisão. Não se compra
com papel, não vem embalado, não mata a fome. Não é de vidro, nem de plástico,
nem de ouro. O que eu preciso esta bem aqui, DO MEU LADO. Tem nome,
endereço e telefone e, diga-se de passagem, um sorriso lindo.
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