Então tô indo pra onde você
Sempre quis
Adeus amor, eu quero ser feliz
Com meu coração
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
Eu preciso de um amor mais certo e sem complicações
Pra nunca mais errar e nem ficar magoada
Ao menos uma vez eu não queria estar errada
Das coisas que passaram, as lembranças que ficaram
Só você fez esquecer o meu passado!
No momento em que te conheci eu não sabia,
Mas iam crescer sentimentos, no qual eu não imaginava.
O teu jeito de ser me conquistou de um jeito que eu não sei dizer
Mais de uma coisa eu sei, é com você que eu quero estar!
Pra nunca mais errar e nem ficar magoada
Ao menos uma vez eu não queria estar errada
Das coisas que passaram, as lembranças que ficaram
Só você fez esquecer o meu passado!
No momento em que te conheci eu não sabia,
Mas iam crescer sentimentos, no qual eu não imaginava.
O teu jeito de ser me conquistou de um jeito que eu não sei dizer
Mais de uma coisa eu sei, é com você que eu quero estar!
terça-feira, 18 de agosto de 2009
Quando só um se entrega...
Para a relação ser plena, as duas pessoas devem estar dispostas a compartilhar-se de modo a unir forças para evoluir juntas. Quando só uma se entrega, a união fica inviável e o casal precisa admitir até a separação. O processo pode ser doloroso, mas é uma forma de pôr fim ao sofrimento de viver um relacionamento desigual. No livro A Separação dos Amantes, o psicanalista Igor Caruso diz que "uma das mais dolorosas experiências humanas - talvez a mais dolorosa - é a separação definitiva daqueles aos quais se ama".
Esquecer o ser amado é um duro desafio, sobretudo para quem teve de separar-se pois o outro não soube ou não quis se entregar. Alguns creem que é o amor que dá consistência à união.
Não concordo. Penso que a entrega sustenta a relação. Sem ele, não há casal, apenas duas pessoas que mantêm uma relação com o propósito de usufruir interesses em comum.
Vínculos dessa qualidade escondem a covardia e a falta de criatividade dos que preferem viver sem se colocar à prova, sem se comprometer com o próprio crescimento.
A separação, nesses casos, é dolorosa, porque tira o controle de quem manteve a união estagnada. Mas não é da dor de não poder mais controlar que quero tratar. Quero falar da dor de não poder mais amar. Quando existe amor e entrega, a pessoa deseja compartilhar-se com o outro para ser um só. Quer somar forças e crescer junto. Isso não significa que vá perder a individualidade. Ao contrário. À medida que se deixa tranformar pelo outro, amplia a chance de se renovar. Mas o desejo de se unir dessa forma só pode ser satisfeito se houver entrega de ambas as partes. Se o outro não se entrega, quem ama tem de sacrificar o seu amor.
Segundo Igor Caruso, nessas circunstãncias uma sentença de morte recíproca recai sobre o casal: um morre na consciência do outro. A pessoa que ama tem de "matar" o se amado dentro de si e acredita que ele trá facilidade em também eliminá-la de sua vida, uma vez que nuca se envolveu de fato. Por isso, convencionou-se chamar o período pós-separaçao de "luto".
É a fase das perguntas que sugem respostas dolorosas:" Será que ele(a) já me esqueceu?". "Por que não consigo esquecê-lo(a)?". " Quanto tempo vai durar essa dor?". " E se já estive envolvido(a) com outra(0)?". É tembém a fase das autossabotagens, de procurar motivos infames pra entrar e contato com o outro, de sondar amigos para ter notícias, fuçar em orkuts.
Esse período doloroso, quando a pessoa luta para permanecer e para sair da união, abala a auto-estima e fragiliza. Para proteger-nos nossa defesas são inconscientemente recrutadas, mas leva tempo para que tenham eficácia. Muitos voltam atrás na decisão de separar-se. Isso só prolonga o processo, tornando-o mais doloroso. Quando não há entrega, o melhor é admitir que a relação plena é inviável e preparar-se para o processo de luto, buscando a ajuda dos amigos e apoio profissional.
A dor de conviver com quem não se entrega pode durar para sempre.
Autor: Rosa Avello, psicanalista, especializada em sexualidade humana (Revista Caras-20-Março-2009)
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
Não sei quem sou, que alma tenho. Quando falo com sinceridade não sei com que sinceridade falo. Sou variamente outro do que um eu que não sei se existe (se é esses outros)... Sinto crenças que não tenho. Enlevam-me ânsias que repudio. A minha perpétua atenção sobre mim perpetuamente me ponta traições de alma a um carácter que talvez eu não tenha, nem ela julga que eu tenho. Sinto-me múltiplo. Sou como um quarto com inúmeros espelhos fantásticos que torcem para reflexões falsas uma única anterior realidade que não está em nenhuma e está em todas. Como o panteísta se sente árvore e até a flor, sinto-me vários seres. Sinto-me viver vidas alheias, em mim, incompletamente, como se o meu ser participasse de todos os homens, incompletamente de cada, por uma suma de não-eus sintetizados num eu postiço.
"A única verdade é que vivo. Sinceramente, eu vivo. Quem sou? Bem, isso já é demais...."
"A única verdade é que vivo. Sinceramente, eu vivo. Quem sou? Bem, isso já é demais...."
terça-feira, 4 de agosto de 2009
Alguns dias...
Alguns dias eu começo a arrastar o meu pé, alguns dias eu quero voar. Alguns dias tudo faz sentido pra mim,
alguns dias eu apenas não quero saber o porquê. Alguns dias eu estou cercada de amigos, alguns dias a gente nunca se encontra. Alguns dias eu rezo por alguma coisa que preciso... Mas hey, você nunca sabe o que você vai conseguir.
alguns dias eu apenas não quero saber o porquê. Alguns dias eu estou cercada de amigos, alguns dias a gente nunca se encontra. Alguns dias eu rezo por alguma coisa que preciso... Mas hey, você nunca sabe o que você vai conseguir.
Assinar:
Postagens (Atom)