sexta-feira, 22 de abril de 2022

 Ok. Te vejo de novo depois de tanto tempo e parece que nada mudou. Bom, pelo menos para mim. Eu percebo que sim, gosto de você e isso me arregaça a mente e o coração, porque eu sei que, para o meu bem, eu preciso me afastar e nossa, é tão difícil. 

Você continua com o seu jeito de sempre, é você quem vem se aproximar, é você quem vem me beijar e me dar mordidinhas.

Você me chama para deitar e me chama para deitar em seu peito. Você me faz algumas perguntas, morde a minha bochecha, me elogia e só. Tento te beijar e você não corresponde. Paro, olho para você e não sei se você percebe que eu percebo que tem algo de estranho. Você diz que também sentiu saudades, que é para eu dormir bem e descansar e simplesmente é isso que acontece. A gente não transa e eu estranho. 

O que se passa na sua cabeça? Como você consegue ser tão imprevisível assim? O que acontece?

De manhã é a mesma coisa, você começa a tentar e parece que no meio do caminho muda de opinião. Você fica excitado mas levanta e vai tomar banho e começar o dia como se nada tivesse acontecido, como se EU não tivesse acontecido. 

E agora voltamos para o que era antes, dois estranhos que não se falam, sem mensagens, sem chamar para se ver....



o que acontece?

quarta-feira, 20 de abril de 2022

Agora eu tenho a sensação de que já não me interessa mais quem você foi, se você mentiu, qual o sentido das suas palavras... Suas ações sempre demonstraram o que era verdade e eu que ignorei. Agora que te enxergo não me surpreendo nem me engano.

Estou livre. :)

Nesse fim de semana aceitei o convite para sair de um cara legal e diferente. Alguém que foge do padrão e das coisas comuns e que, pela primeira vez, me deu um sentimento que foi parecido com o que tive com você. Aquele sentimento de liberdade, de poder ser eu, de conversar e me abrir e não medir palavras. Foi legal, interessante, divertido. Não tive vergonha em nenhum momento, fui segura. E ele me deu o que você em um mês não dava, que era demonstração de que gostou e queria novamente sem estar bêbado. Ele é artista famoso de SP e se interessou por mim e isso foi ótimo para minha estima. Artista famoso ou chef de shopping que nunca demonstrou querer algo a mais? 


Mas hoje também eu tive umas clarezas. Eu entendi o seu lado pela primeira vez. Entendi que eu fiquei muito em cima, cobrando que a gente deveria se ver logo, dando "ultimatos" de dias próximos para se ver. Não te dei espaço para respirar. Coloquei muita pressão, li errado, fui precipitada. E agora eu coloco o poder nas suas mãos, fico esperando você vir falar comigo (e quando você fala eu acho que você me deve algo, eu continuo te cobrando e não aceitando), fico esperando você me chamar para sair ou falar que quer me ver. Ora, se tem que ser leve e sem cobrança, por qual motivo eu não te chamo e não converso? Por qual motivo eu deixo isso nas suas mãos? Sem contar que até mesmo quando a gente tava junto você falava sobre a pressão de sempre ter que fazer isso e que eu poderia fazer isso também. Eu continuava a querer que você tivesse um nível de comprometimento e interesse somente baseado no que EU queria. E quando eu passo a entender melhor e a aceitar o que o outro pode ou não me oferecer, quando eu entendo o que o outro quer e qual o interesse da outra pessoa, eu posso fazer as escolhas melhores e mais alinhadas com o que eu quero e ter mais controle da situação e de mim na situação. Eu me abro para ser mais leve, mais casual e sem expectativas. 

Te chamei então para fazer algo essa semana e você aceitou. Estou tentando não pensar no fato de que você poderia ter escolhido sexta ou sábado e vai estar de carro, entao é porque deve sair com outra pessoa. Mas tudo bem. (e pensando bem, se você vai sair com alguém sexta ou sábado e marcou comigo quinta, eu te verei primeiro). Mas estou mais leve e menos ansiosa do que achei que ficaria. O que é um bom sinal. Quero voltar a ter controle de mim, quero voltar a ter controle da situação, quero te ver como você realmente é e o que voce realmente pode me oferecer. Até eu entender que as suas migalhas já não me agradam, já não me satisfazem. E aí, enfim, poder seguir sem te esperar.

Não quero ser um contatinho seu, não quero ser um escape de carência. Mas isso só vai acontecer se eu continuar a dar o poder de escolha a você. Quando EU chamo, eu tiro esse foco.


É isso, vida que segue, aos poucos. 

domingo, 10 de abril de 2022

 Fico repassando a nossa conversa e tentando te entender e te decifrar. É impressionante como você tem a capacidade de falar mas não responder. 

Eu ia te perguntar o que mudou do dia que você decidiu que não nos veríamos mais, mas eu sei a resposta. O que mudou é que você não quer um compromisso, mas quer alguém que vá te suprir a carência e a necessidade de uma forma mais rápida, fácil, segura. 

Você não quer ter esforço e você não quer ter trabalho, você não quer ser cobrado. 

E se você não via futuro, para que quis me ver? para que me chamou? 


"gosto muito de você" não me ilude mais. 

terça-feira, 5 de abril de 2022

 Abri os olhos para quem você realmente sempre foi. Comecei a ver que você nunca esteve entregue de fato, eu já sabia, aliás, pela forma que você nunca perguntava sobre mim, você só falava ou fazia planos que envolviam sexo e eu fui deixando e me envolvendo sozinha porque, nas suas palavras, você era quem eu queria que fosse. 

A gente se viu só 8 vezes. Depois que a gente começa a enxergar as coisas tudo fica melhor. 

Não vou viver minha vida esperando um like seu, esperando aparecer seu nome nos meus stories ou uma curtida no twitter. Se algum dia você quiser voltar, eu vou te tratar da mesma forma como você me tratou e me trata, isso se eu decidir que quero voltar a ficar com você. Coisa que não sei se valerá a pena. :)


domingo, 3 de abril de 2022

 Me pego lembrando dos momentos em que eu achava que você era sincero, em que eu achava que você realmente sentia o que dizia sentir. 

Eu não sei ainda o que eu faço com esse sentimento e essa confusão que você deixou aqui em mim. Eu sei que não terei as respostas das minhas perguntas, eu só tenho a forma como você age e me recuso ainda a aceitar e a enxergar que foi sempre assim que você me via. Sem importância, sem prioridade, sem vontade. 

Por que você deixou chegar tão longe se você sabia que não sentia nada? Por que você FALAVA se você sabia que não sentia nada????! Como pôde ser tão cínico?

O aplicativo ainda rodando, os flertes. 

O que me conforta é pensar que se não tivesse falado nada na terça essas coisas teriam acontecido da mesma forma e isso me deixa tranquila. 

Eu não sei quando que isso vai passar,  mas espero que seja logo. 


Sim, eu sei que errei, errei onde insisti para a gente se ver, errei onde me entreguei para voce, errei ao cair na sua lábia e abaixar os meus muros, errei ao acreditar no que você falava e não ser mais fria e distante. Never more. 

Você me tinha nas mãos. 

segunda-feira, 21 de março de 2022

 você me tinha nas mãos, era só fechar os dedos. 

segunda-feira, 16 de maio de 2016

O que mudou em dois anos? Quase nada. O mesmo desespero de sempre, as mesmas noites dormindo com os olhos cheios de lagrimas. 
O que mudou foi o periodo da faculdade. Falta um ano para me formar. E eu nao aguento mais. 
Nao consigo lidar com o fato de que vou me formar e vou continuar sendo ninguem. Nunca consegui estagiar ou trabalhar em nada que tenha a ver com a minha area. Que tipo de profissional espero ser? Ainda mais nesse campo. 
Estou entrando em colapso.

terça-feira, 25 de março de 2014

"E se fosse daqui cinco anos? Se eu já tivesse com a vida feita, os planos traçados, com as prestações do carro encerradas? Daria? Eu entendo que agora não dê, tua vida tá aí uma loucura e eu ando tentando colocar a minha vida no eixo. É que não acontece sempre. A gente não esbarra com o amor todo dia. E deixar, conscientemente, que ele escape pelo tapete da porta é uma dessas coisas que dói muito fazer.
Odeio o fato do amor não bastar. Sabe? Nos filmes, bastaria. Só amor e tudo certo. Só carinho, abraços, um beijo desses com muita pegada em frente à porta de casa. Mas aqui, aqui as paredes tão descascando e eu ando imaginando como vou pagar a conta de luz. E você fica aí, me olhando, tentando arranjar a coragem que precisa pra cumprir os sonhos que sempre quis. Tentando olhar no mapa-múndi que ruas a gente segue pra poder se cruzar lá no final.
É justo a gente encontrar o amor depois que parou de procurar? Logo agora que cê vai? Logo agora que eu não posso te pedir pra ficar? Depois dos seus sonhos, será que ainda vai ter espaço pra mim? E depois dos meus planos, será que eu não encontro outro alguém? É essa indecisão que eu não suporto. Esse medo avassalador de que a vida nunca mais coloque nossos caminhos no mesmo trajeto.
Se tudo fosse uma questão de hora, eu ajustava os minutos do relógio e nos colocava em sintonia. Meu tempo encaixando com o seu. Fácil, marcava da gente se encontrar às 21h em frente à torre Eiffel pra dar um toque romântico à nossa história. Não parece mais bonito assim? Anotar na agenda um dia, mês e horário pra gente voltar a se amar? Um quase conto de fadas particular.
Mas tem tanta realidade aqui. Você vira a esquina e eu sigo reto. Daí fico, lembrando que um dia encontrei um desses caras que valem a pena. Um desses caras que eu amaria e amaria e amaria, até o fim. Fico aqui pensando que nossas mãos entrelaçavam e eu descansava minha cabeça cansada do dia no seu peito quente e acolhedor. Cê vai atrás da tua vida e eu vou ficar aqui tentando arrumar a minha. Tentando guardar o seu lugar.
E se fosse daqui cinco anos? Daria? Se a gente se esbarrar de novo, ainda vai ser igual? Quem é que a gente culpa por não ter se encontrado no momento certo? Qual o SAC pra reclamar da gente não ter conseguido sintonizar as estações? Cê me espera no seu peito? Cê acha que eu devo te esperar no meu? Cê acha que é besteira? Desculpa tantas perguntas, é que eu tô aqui tentando aceitar. Sabe? Tô meio que odiando o mundo por não ter me colocado na hora certa pra te encontrar."

terça-feira, 11 de março de 2014

Todo dia bate aquele arrependimento de ter errado...











... Um único ato poderia definir uma pessoa pra sempre?