Num canto lascado da mesa de madeira, ela leu a inscrição: 'A intuição sussurra a verdade. Não somos poeira, somos magia'.
Eu acabei descobrindo que sinto demais a sua falta, mas ela se intensifica justamente na sua presença. Juro que limpei os olhos o mais rápido possível pra você não notar. Mas no fundo, eu tinha a tola esperança de que uma estranheza repentina te invadisse e uma única indagação você me fizesse: 'está tudo bem?'. Aí, quem sabe, eu poderia despejar o mar de lágrimas que venho contendo. Gota a gota; cada vez que te vejo.
Ou talvez me faltasse coragem.
Ou talvez me faltasse coragem.
Em meio a tantos gases lacrimogênios, ficam calmos, calmos, c a l m o s . . .
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