
Quando criança almejava ser astrônoma. Fascinava-se com o brilho das estrelas, aquelas que foram extintas há milênios, mas teimavam em surgir no manto negro quando o sol ia cochilar. Pensava nelas como imortais ou quem sabe fantasmas do passado que se recusavam a seguir em frente. Intrigava-se com a vastidão jamais explorada do universo - ninguém poderia (e nem ousaria) conhecê-lo por completo, descobrir seus segredos ocultos. Tudo que se supunha do mesmo era proviniente de teorias e teorias vindas de dentro nunca são irrefutáveis. Lei da Física: Forças internas não alteram um sistema.
Mas, acima de tudo, apaixonara-se pelo cosmos porque ele se assemelhava ao seu coração. Os segredos que ninguém jamais poderia desvendar, as feridas que ainda não haviam cicatrizado; as fragilidades e sonhos que não se atrevia a partilhar , talvez nem consigo mesma. As teorias, por conseguinte, eram tudo de que podiam dispor - embora, como já foi esclarecido, nem sempre elas sejam eficazes. Teorias que vêm de dentro são extremamente parciais e é exatamente por isso que você jamais saberá o que se passa no coração dela:
Porque está dentro dele.
Mas, acima de tudo, apaixonara-se pelo cosmos porque ele se assemelhava ao seu coração. Os segredos que ninguém jamais poderia desvendar, as feridas que ainda não haviam cicatrizado; as fragilidades e sonhos que não se atrevia a partilhar , talvez nem consigo mesma. As teorias, por conseguinte, eram tudo de que podiam dispor - embora, como já foi esclarecido, nem sempre elas sejam eficazes. Teorias que vêm de dentro são extremamente parciais e é exatamente por isso que você jamais saberá o que se passa no coração dela:
Porque está dentro dele.
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